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Top 10 Livrarias e Bibliotecas Que Amaríamos Conhecer

Vão dizer, não são tudo de bom? Minha vontade era de casar em uma delas (e morar…)! Vi lá no Yahoo.

Livraria Beinecke Rare Book & Manuscript Library, em Yale, Estados Unidos

Beineck Rare Book e Manuscript Library

Livraria Acqua Alta em Veneza, Itália

Acqua Alta em Veneza

Shakespeare and Company em Paris, França

shakespeare and Company

Sala de leitura em Praga, Europa

sala de leitura em Praga

Livraria Ateneo, em Buenos Aires, Argentina

livraria Ateneo, em Buenos Aires

Livraria Boekenberg, na Holanda

Holanda, a livraria Boekenberg

Livraria em Pequim, China

livraria em Pequim, na China

Biblioteca Pública em Paris, França

Paris, a biblioteca pública

Livraria do Congresso, em Washington, Estados Unidos

Livraria do Congresso, em Washington

Biltmore House Library, na Carolina do Norte, Estados Unidos

Biltmore House Library, na Carolina do Norte, Estados Unidos

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Pelas Livrarias #01

   Estava eu pensando (uau!), não existe passeio mais legal e produtivo para mim do que visitar livrarias, sebos e afins. Eu sou mulher e minha paixão consiste mais em comprar livros do que bolsas e sapatos! Bom, se me orgulho disso? Sim, grande parte do meu ser sente um orgulho sincero por não ser alguém de mente tão fútil. Mas a parte pequena, que coincidentemente é aquela que empunha a carteira não curte muito esse meu lado bookaholic… Tenho notado que muitas pessoas amam ler, mas evitam ir às compras por medo de:

   a) não gostarem de nada e comprarem qualquer coisa, sentindo-se culpadas por gastarem com algo que não queriam;

   b) não comprarem coisa alguma e assim deprimirem-se com a realidade de que não gastam um tostão sequer com cultura útil ou;

   c) pela mais pura e sincera preguiça em sair para ir (argh!) a uma livraria.

   O pior é que dessas tantas pessoas, mais umas tantas não compram online também. Sad, but true. Pensando nisso, a Bezerrinha aqui chegou à linda conclusão de que com o incentivo certo, isso pode mudar. Como eu vivo batendo perna por essas minas de ouro, trago-vos uma seção em que mostrarei um pouquinho do que achei em cada visita. Quem sabe isso possa ajudá-los na hora de decidir se vale ou não uma visitinha e uma compra? Claro que na minha situação, comprar uma única obra seria milagre…

   Sempre que houver visita a novas livrarias, apresentarei os lugares. Caso eu vá indo nos mesmos estabelecimentos, seguirão fotos e artigo do que eu achei de bom.

LIVRARIAS VISITADAS EM 02/03/2013

   Livraria Cultura Shopping Bourbon Country

   Livros adquiridos: 03 – Como Escrever Diálogos (Silvia Adela Kohan, Ed. Gutemberg, 2005, R$24,50), Como Narrar Uma História (Silvia Adela Kohan, Ed. Gutemberg, 2005, R$24,50), Razão e Sensibilidade/Orgulho e Preconceito/Persuasão (Jane Austen, Ed. Martin Claret, 2012, R$29,90).

   Valor pago: R$78,90

   Valeu a pena? Sim, muito!

   A Cultura tava lotadaça, como sempre. E ela atrai muitos públicos, por sua cafeteria que é uma delícia, sua diversidade de gostos, sejam eles literários, musicais ou cinematográficos. Já pensando nessa seção, preparei um material fotográfico bem bacana para vocês. Fui direto na seção de mais vendidos…

   Trilogia 50 Tons de Cinza, de E. L. James – Livros que parecem para meninas bobas, mas na verdade é fruto de uma fanfic de (pasmem!) Twilight. São livros para adultos, que conta a história de uma mulher que se apaixona por um cara maníaco sexual. Minha sinopse rápida pode não agradar as grandes massas de fãs, mas é como eu vejo essa trilogia. Como disse, é para ADULTOS. A quantidade de garotinhas que vejo lendo isso me revolta e indigna. Os pais são os maiores responsáveis, por não participarem da vida cultural dos filhos, quando estes a tem.

   Série As Crônicas de Gelo e Fogo, de George R. R. Martin – Aeee! Nada deixa mais faceira essa meiga criatura que vos escreve do que saber, ver, que o pessoal tá investindo em bons livros. Vocês já devem ter ouvido falar de Game Of Thrones (A Guerra dos Tronos), não? Quem não assistiu né. Pois é baseado no livro de mesmo título, o primeiro dessa série de sete livros, cinco dos quais já traduzidos para o nosso idioma. As Crônicas de Gelo e Fogo conta a história de várias classes, vários grupos que se unem em tempos malignos. O Martin é considerado um dos melhores escritores da atualidade, no maior estilo Tolkien, então quem já é fã do pai d’O Hobbit provavelmente vai gostar dessa série. Tá vendendo que nem água em trio elétrico!

   Morte Súbita, de J.K. Rowling – Apesar de ficar feliz em ver uma das minhas escritoras favoritas sendo campeã de vendas novamente, fico me perguntando quantos estão comprando só pelo nome, sem ter interesse algum pelo enredo. Eu adoraria (na verdade adorarei!) falar mais sobre ele antes da minha resenha, mas não colocarei mais do que uma sinopse simples. Morte Súbita é o primeiro livro para adultos da J.K., onde a morte repentina do conselheiro de uma pequenina e tranquila cidade faz com que a população desta abale suas estruturas. Muitos segredos estão escondidos sob a fachada da sossegada Pagford…

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   A Livraria Cultura enfatiza muito os livros no idioma original, então a gente dá de cara com cada exemplar mais lindo que o outro! Quem é visitante assíduo como eu deve amar as capas de livros como os da Jane Austen, The Grimm Brothers, Charles Dickens… e o preço geralmente tá mais acessível que o traduzido. Meu inglês é regular, então quando eu compro livros originais antes de aperfeiçoa-lo é mais como colecionadora do que leitora, hehe. Os livros não estão numa seção fixa, diferentemente do que veremos na Saraiva. Eles estão em qualquer lugar! Pessoalmente, gosto mais assim, mas isso pode confundir aquelas pessoas que apenas olham a capa dos livros para comprar. Se são iguais às traduzidas, acabam levando um livro em inglês…

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   Livraria Saraiva Shopping Iguatemi

   Livros adquiridos: 02 – Under The Dome (Stephen King, Ed. Suma de Letras, 2012, R$79,90), Jogo Perigoso (Stephen King, Ed. Ponto de Leitura, 1995) R$29,90.

   Valor pago: Utilizado bônus Saraiva Plus (R$15,00) – De R$109,80 passou para um total de R$94,80.

Valeu a pena? Não. Valor salgado demais!

   Antigamente a Saraiva era minha preferida, mas isso porque eu não conhecia outras livrarias. O ambiente dela, pelo menos no Iguatemi, é de uma imensa muvuca, coisa que eu odeio em qualquer lugar. Não gosto do empurra-empurra das pessoas lá dentro. O nosso objetivo – o de minha dupla dinâmica e meu – era o de comprar apenas o Under The Dome, mais para o estudo da composição de personagens para o seu novo conto do que por necessidade de leitura mesmo. Não me levem a mal, também sou fãzassa do tio King, porém fizeram tanto auê com a turma da redoma que eu sinceramente perdi a vontade irresistível de ler imediatamente. E de mais a mais, mesmo tendo algumas pagininhas a mais do que a versão estendida de A Dança da Morte, tenho certeza que não chegará nem aos pés dessa obra que não canso de dizer que é a melhor de toda a minha vida de leitora. Lembro que na época de lançamento do livro ele tava R$49,90, R$59,90 no máximo nessas duas livrarias. De repente eles piraram na batatinha e salgaram além do imaginável o preço de um livro. Me irritei com isso, bastante. Na Cultura não planejávamos comprar nada além de um livro com dicas de escrita e acamos levando 3, quase 4, grandes obras. Na Saraiva compramos sem vontade, só porque tínhamos que comprar, saímos com esse objetivo. Engraçado é que sou master objetiva para comprar roupas e sapatos, mas livros não. Tenho que sentir uma atração, um prazer em comprar. O bom da Saraiva, o positivo dela nessa última visita é que a livraria está investindo pesado em Stephen King: grande variedade de obras. Fiquei extremamente tentada a levar O Apanhador de Sonhos, porém com o preço que tava… nossa, totalmente desmotivada. Só levei Jogo Perigoso porque realmente queria esse livro há muito tempo, mas fiquei meio insegura por pagar R$30,00 num livro de bolso.

   Um último tópico, notei de negativo nas duas livrarias que pouco tinha do universo Chick Lit. Poquíssimas obras, com um preço para lá de salgado: a partir de R$59,90. Revejam isso!

   Espero de coração que tenham gostado da primeira edição das minhas indiadas literárias, e que essas os ajudem na hora de escolher boas obras!

Bacanérrimo: Interesse Estrangeiro Leva Editoras a Ampliar Catálogo de Ficcionistas Nacionais

   Mais uma matéria da genial Folha de São Paulo, essa é um incentivo a todos nós, que desejamos um dia ter um livro publicado por uma editora. Muito legal mesmo, adorei!

   Poucos escritores não gostariam de passar pelo dilema que atormentou Andrea del Fuego, 37, no fim do ano passado: avaliar ofertas de mais de cinco editoras para decidir qual publicaria seu novo romance. Quem levou foi a Companhia das Letras, que planeja o título para abril.

   Dias atrás, foi a vez de Edney Silvestre, 62. Com dois livros pela Record, recebeu propostas de mais duas casas para sua nova ficção. O valor de adiantamento de direitos autorais chegou a seis dígitos, fenômeno raro para um romance nacional. Escolheu a Intrínseca, que planeja “Vidas Provisórias” para agosto.

   Os casos acima ainda são exceções. Ao contrário do que já ocorria com a não ficção nacional, títulos isolados de ficção não costumam gerar disputas –especialmente quando os autores são relativamente novos na área, como Del Fuego e Silvestre.

   Mas os exemplos são simbólicos do momento que a literatura nacional vive hoje, com a ampliação do interesse das editoras pelo que se produz atualmente no país.

   O novo romance de Silvestre junta-se ao de Letícia Wierzchowski na estreia da Intrínseca na ficção nacional -o da gaúcha, ainda sem título, está previsto para junho. A editora também contratou um romance de Miguel Sanches Neto, que deve sair no ano que vem.

   A Companhia das Letras deve dobrar seu número de romances nacionais neste ano. Será mais de um por mês, podendo alcançar o total de 16, se Chico Buarque e Milton Hatoum entregarem os seus.

   A Record, casa das que mais investem em nacionais, costuma chegar a 20 ao ano.

   Com as contratações das editoras Heloisa Jahn e Marta Garcia, que na Companhia das Letras trabalharam grandes obras nacionais, a Cosac Naify planeja aumentar a frequência de sua ficção brasileira, que nunca foi regular.

   “Vamos nos organizar assim que a Marta começar a trabalhar com a gente, no dia 18. Queremos reservar espaço para seis ficções de autores nacionais contemporâneos por ano”, diz a diretora editorial Florencia Ferrari.

   A Globo, que tem no catálogo quase só infantojuvenis entre os ficcionistas nacionais em atividade, vem sondando nomes. Já fez alguns convites.

   REFLEXO

   Considerando que a ficção feita hoje no país não costuma vender mais que poucos milhares de cópias, impressiona o interesse de um mercado que se acostumou a comercializar centenas de milhares de seus best-sellers.

   Para editores, o olhar internacional fez casas nacionais perceberem a importância de oferecer um catálogo de autores locais. O interesse estrangeiro foi estimulado pelo anúncio do Brasil como convidado de honra em 2013 da Feira de Frankfurt, maior evento editorial do mundo.

  “Somos um raro caso de país que não consome a literatura local. O bom editor sabe que isso é anomalia e aposta na mudança”, diz a agente literária Luciana Villas-Boas, que atende 40 autores, incluindo Edney Silvestre.

   Luciana, que por 15 anos foi diretora editorial da Record, é também personagem desse cenário. Em 2012, ao abrir sua agência, chamou atenção ao declarar foco na produção nacional, enquanto o mercado ansiava por aquisições estrangeiras.

   Acabou se antecipando a outras agências, como a de Marianna Teixeira Soares, ex-Rocco e Ediouro, hoje com 20 autores. As agências se tornaram mais um filtro para seleção de nomes por editoras.

   “Sempre buscamos nacionais por uma questão de prestígio”, diz Otávio Marques da Costa, publisher da Companhia das Letras, “mas é inegável que há uma boa safra”.

   A editora agora busca ampliar as vendas. “Barba Ensopada de Sangue”, de Daniel Galera, saiu há dois meses com 8.000 cópias, mais do dobro da tiragem média de romances nacionais, que costumam demorar anos a esgotar. Já vendeu mais de 11 mil.

   Embora a ficção adulta de autores em atividade não seja o centro das compras de livros por governos estaduais e federal, que tendem a preferir clássicos e infantojuvenis, ela tem surgido nas listas.

   O maior programa do gênero, o Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE), investiu R$ 75 milhões, entre aquisição e distribuição, na edição de 2013. “Pó de Parede” (Não Editora), de Carol Bensimon, foi um dos contemplados, com 29 mil cópias.

   Os governos selecionam títulos por meio de comissões de especialistas e costumam comprá-los com descontos de até 90%. Para as editoras, vale pela quantidade, bem superior à que os títulos alcançam em vendas nas livrarias.

Apesar da Internet, as livrarias crescem (e muito!) no Brasil

   Enquanto nos Estados Unidos as megalivrarias fecham as portas, no Brasil o cenário é de expansão. As grandes redes do País têm ganhado cada vez mais espaço. O aumento do número de lojas que faturam entre R$ 7 milhões e R$ 10 milhões por ano dá a dimensão do fenômeno: elas saltaram de três em cada cem, em 2009, para 17 em cada cem em 2012, segundo pesquisa da consultoria Gfk. E, ao contrário do que se poderia imaginar, boa parte do crescimento está no mundo físico – mesmo diante do avanço das operações online.

   A Livraria Cultura, hoje presente em oito Estados, abrirá quatro unidades neste ano. A Livrarias Curitiba, que tem presença forte no Paraná e em Santa Catarina, inaugurou duas em 2012 e vai abrir outra de mil metros quadrados em Sorocaba (SP). Maior rede do País, a Saraiva, dona de cem unidades, vai abrir mais quatro este ano.

   Mas por que essa expansão num País em que os cidadãos leem, em média, quatro livros por ano (incluindo os lidos na escola)? Nos Estados Unidos, onde essa estimativa sobe para dez, a rede Borders fechou todas as suas unidades, deixando cerca de 10 mil funcionários sem trabalho, e a previsão é que outra grande rede, a Barnes & Noble, feche um terço de suas lojas nos próximos dez anos.

 Além de haver espaço para a abertura de novas lojas no Brasil (são 3.481 livrarias para 5,5 mil municípios), há outras explicações para esse contraponto. A primeira delas é o contexto econômico. Os americanos, desde a crise financeira de 2008, têm consumido menos. Isso se opõe ao cenário brasileiro, onde – mesmo com a desaceleração da economia – a classe média emergente está ficando mais educada.

Livraria Cultura cresce cada dia mais no Brasil

Livraria Cultura cresce cada dia mais no Brasil

 “O número de potenciais compradores de livro está crescendo junto com o aumento dos alunos em cursos superiores”, diz o consultor do mercado editorial Gerson Ramos. “Embora esse estudante seja mais um consumidor de material preparado para as aulas, estamos formando uma pessoa que pode virar um leitor.”

 Outra característica que diferencia a realidade brasileira da americana é a situação do varejo. Não são apenas as livrarias que estão encerrando as suas operações físicas nos EUA. O grupo de vestuário Abercrombie & Fitch, por exemplo, fechou 135 lojas nos últimos dois anos e anunciou que planeja fechar mais 180 unidades nos próximos anos. A Best Buy, ícone na venda de produtos eletrônicos, encerrou as atividades de 50 lojas.

Li n’O Estado de São Paulo!

Mais de 500 Visitas \o/

    Olá, leitores bonitões! Estou muito feliz, mas muito mesmo. Passamos de 550 visitas, em menos de um mês! Gostaria de agradecer a todos vocês, que estão visitando, curtindo, comentando nesse espacinho que fiz especialmente para dividir com vocês minhas experiências no mundo literário, seja nas resenhas, nos novos lançamentos, como nos meus próprios textos. Sem vocês (óóóóó, clichê!) isso aqui não teria passado da primeira hora de criação. Obrigada de coração!

   E já trago-vos novidades, agora o NmE contará com um novo colaborador, um verdadeiro especialista na área de séries de TV. Dentre tantos trabalhos ele aceitou meu convite para estar aqui conosco toda semana. Bacanudérrimo, né?

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   Beijos da Bezerrinha 🙂

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