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Resenha Livro “O Céu Vai Ter Que Esperar!” – Cally Taylor

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   Título Original: Heaven Can Wait

   Autor: Cally Taylor

   Editora: Bertrand Brasil

   Gênero: Chick Lit

   Páginas: 364

   Ano: 2011

  Sinopse: Lucy Brown está prestes a se casar com o homem dos seus sonhos. Contudo, na véspera da cerimônia, ela sofre um acidente fatal. Agora ela terá que escolher: aceitar uma vida inteira longe de sua alma gêmea e ir para o céu, ou ficar com seu amor, sob a forma de fantasma. Vencedora de diversos prêmios, esse é o romance de estreia de Cally Taylor.

   Ai, meu Deus! Como torci para que tudo não passasse de uma droga de sonho mau! Engraçado isso, por mais que eu deteste casais sendo separados pela morte, os romances que têm esse tema central me atraem direto. Com esse livro não foi diferente, embora a capa tenha contribuído em 200%, lógico! Ela é tão linda e simboliza super bem a história da nossa amiga Lucy. A resenha de hoje é sobre um livro que li muito rápido, e… alugado! Sim, não é novidade que muitas e muitas vezes preferi alugar obras antes de saber se vale a pena comprá-las. Tanto é que as poucas obras compradas inéditas foram da Sophie Kinsella, Marian Keyes, Stephen King… Todas as outras comprei por ter adorado a leitura, e quis colocar na minha estante. Nessa resenha vou tentar fazê-la o máximo possível sem spoilers.

   A Lucy tinha uma vida perfeita, um noivo perfeito, adoráveis amigas. Mas o Manda Chuva quis que ela subisse no telhado bem na véspera do seu casamento. Nossa heroína acorda desorientada depois do acidente em um lugar chamado Limbo. E escolhe cumprir uma missão para se tornar o fantasma do seu noivo, Dan. Daí por diante é só trapalhada, muita comédia, mas também bastante romance e partes bem tristes. A manteiga aqui chorou como se não houvesse amanhã nas partes em que o Dan está sofrendo, nos primeiros dias após o acidente que levou sua amada. Como disse, casais separados pela amiga de capuz me deixam muito mal, mesmo! Fiquei impressionada com a determinação dela em permanecer ao lado do noivo mesmo depois de morta. A gente imagina que a pessoa, ao descobrir que morreu, queira seguir seu caminho, para onde quer que este leve. Mas a Lucy não, nem pensar! Ainda mais quando descobre que sua amiga do peito, Anna, sem nem chorar por sua morte, já tá querendo fisgar o seu Dan. Eu ia falar uma expressão de baixíssimo calão agora, mas vou manter a classe! Nossa, amiga verdadeira essa, né? Eu iria querer voltar só para acertar as contas com ela, e sério… não gostaria de ser ela nesse momento.

   Quem lê a sinopse do livro, extremamente curta, certamente imagina que a história seja mega triste, talvez até desista. No entanto, essa foi uma das minhas melhores e maiores experiências dentro do gênero. Eu me vejo como a Lucy, sofro com ela, sofro demais mesmo. Mas rio demais também, não tem como não rir, gentem! E cada parte engraçada do livro é como um bálsamo para a tristeza, a gente começa a se conformar com a situação dela, torcer para que ela cumpra a missão e vire o fantasma do Dan. E a missão não é fácil, o tempo é curto para cumpri-la também… E o final? Que final foi esse? Meus butiás caíram aos montes dos meus bolsos com esse desfecho! Foi demais da conta, no bom sentido. Como emocionei-me, derreti-me com as lembranças dos momentos entre Lucy e Dan. Esta é uma obra que toca fundo no coração da gente.

   Resolvi fazer a resenha do livro exatamente por estar à procura dele para pôr na minha estante. Na verdade, tenho uma listinha aqui que vou te contar… Mas isso é assunto para outros posts, outras resenhas. Por ora, o que tenho a dizer é que Cally Taylor, para um romance de estréia, acertou em cheio.

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