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Resenha “O Jogo do Espelho” (Bloody Mary) – 2006

   Título Original: Bloody Mary
   Ano: 2006
   Gênero: Terror/Suspense
   Elenco: Kim Tyler, Danni Hamilton, Jaason Simmons, Matt Borlenghi
   Diretor: Richard Valentine
   Roteirista: Richard Valentine
   Depois de todos os exageros de ontem, nada mais normal do que ver um filminho relaxante. Sim, daqueles bem apavorantes, que te deixem com nós nos nervos. ESSE é o tipo de filme que gosto de ver pra ficar relax. Só que dei com os burros n’água. Além de Bloody Mary não ter nada de apavorante é mal feito pra caramba, dão foras em alguns momentos… mas isso eu até relevo, o problema pode ter sido na dublagem. Saca só a sinopse: um grupo de enfermeiras gostosas (Yeah, vamos seguir naquela linha de “se o filme for uma droga a gente compensa com umas garotas nuas”), dentro de um hospital psiquiátrico, durante a noite, fazem uma brincadeira inocente. Com a morte de uma delas a brincadeira deixa de ser inocente, mas elas decidem guardar segredo. Depois de uma semana a irmã da Enfermeira-Gostosinha-Assassinada resolve procurar pela irmã, que foi dada como desaparecida. É aí que ela entra no mundo da lenda urbana “Bloody Mary”.
   Não sei se foi má vontade minha ou o quê, só sei que não esperava grande coisa do filme mesmo. Mas a película foi muito além do que eu esperava, negativamente falando. Tchê, até a fotografia do filme é ruim. Daí tu pensa em levar grandes sustos, matutar pra resolver o mistério… qual o quê. De cara já te dão tudo de bandeja, na realidade as enfermeiras são todas seguidoras da Mary, uma criatura DO MAL que ataca através dos espelhos, arrancando os olhos das vítimas. Não deixa de ser uma espécie de magia negra o que elas praticam. Até aí tudo bem, mas de repente, e é de supetão mesmo! Colocam uma porrada de personagens novos, maioria paciente da clínica. São menos que secundários, mas do nada todos são protagonistas e eles são péssimos… Não tem gancho pra eles entrarem na história, são todos vítimas da Mary. Só que não faz sentido nenhum eles serem vítimas. Lembro de ter pensado com  meus botões “Mas bah, nem os louquinhos figurantes escaparam”. Bem isso. Não vou falar mais sobre o filme pra não estragar a vontade de quem quiser assistir, mas que foi uma broxada cinematográfica, foi. E nem a nudez compensou a cagada.
   Meu veredicto nem precisaria expressar por escrito, mas lá vai: NÃO vale a pena assistir. Nem pensar! Não caiam na armadilha de pegar qualquer filme que acharem na net pra assistir, podem estragar suas noites.
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